Você conhece o modelo de liderança situacional? Esse conceito sugere que ao invés de possuir um único estilo de liderança, um líder pode incorporar diferentes abordagens de gestão dependendo de um contexto específico.

Adaptação é a chave para ser bem sucedido no ambiente corporativo atual. Um líder pode (e deve) aplicar a liderança situacional sempre que a necessidade surgir.

Com frequência as pessoas alteram a maneira como se comunicam, como lidam com conflitos e como tomam decisões, de acordo com a situação e de quem está envolvido. O modo como interagimos com estranhos é diferente do jeito com que lidamos com nossos familiares, por exemplo. Por esse ângulo, podemos aplicar esse comportamento de maneira eficaz em uma liderança empresarial, levando em conta o contexto de variabilidade e flexibilidade.

Muitos líderes já experimentaram o sucesso em determinadas situações, porém, devido a um estilo único de gestão, também fracassaram em diferentes contextos.

Líderes situacionais sabem analisar se os seus subordinados são capazes e adequados para executarem tarefas específicas, podendo alterar suas táticas dependendo do grau de maturidade de seus liderados e da situação apresentada.

Existem quatro competências que esses líderes demonstram ao aplicar esse modelo em seus negócios:

Direcionar

Um líder diretivo simplesmente diz aos seus liderados o que devem fazer e como devem fazer tarefas especificas – supervisionando o trabalho com um papel dominante – e se concentrando para atingir objetivos, gastando pouco tempo em cultivar relacionamentos.

Instruir

Nesse papel, o líder mantém a característica do líder diretivo, mas incorpora um estilo de comunicação mais aberta, se ocupando em criar laços afetivos e socioemocionais com seus subordinados.

Apoiar

Algumas vezes, os subordinados possuem um alto grau de capacidade para executar o trabalho, contudo a sua disposição mostra o contrário. Nesse caso, um líder apoiador é necessário para se concentrar em motivar os funcionários, dando maior abertura para o diálogo e a troca de ideias.

Delegar

Nesse cenário, o líder não faz supervisão e apenas delega ao liderado o que precisa ser feito. O subordinado sabe bem o que fazer e o líder confia na conclusão do trabalho, pois entende que não precisará cobrar ou motivar o indivíduo.